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Palestra "Armas & Cristianismo: uma visão histórica".
 








MVB RECOMENDA


          


          


 
 





 
 
 
 
 
  • A farsa desarmamentista na Austrália (28/04/2016)
    Os desarmamentistas costumam usar o exemplo australiano para afirmar que as medidas de controle de armas lá obtiveram sucesso. Mais uma mentira obviamente! Em primeiro lugar é importante notar que o número de homicídios nesse país já estava caindo há pelo menos uma década antes das medidas restritivas em 1996 e 1997. Ou seja, não há correlação evidente entre a queda no número de homicídios e o controle de armas. Outro dado que refuta a tese desarmamentista é que a Austrália hoje teve um forte efeito de retorno à posse de armas isto é, os cidadãos voltaram a se armar e o número de armas na Austrália em 2010 já havia atingido o patamar de 1996.
  • Como o sentimento romântico pueril assassina a lógica (11/04/2016)
    É homicídio se for com arma de fogo ou se for com arma branca. O culpado? Ora, é quem matou! É o ser humano. Temos uma implantação de uma política desarmamentista (em relação à arma de fogo) há anos. Quais os resultados? Os índices de homicídio diminuíram ou aumentaram? Somos um país com média de quase 60 mil homicídios por ano. Acho que o número responde. E outra: o bandido disposto a matar foi desarmado pelo Estatuto? Não! Será por um desarmamento mais rigoroso? Duvido muito!
  • O torpe discurso da futilidade nos assassinatos brasileiros (10/02/2016)
    Em assim sendo, um membro de uma quadrilha, embriagado, com extensa ficha criminal, com vários processos por homicídios consumados ou tentados, que numa discussão em um bar com outro membro de sua quadrilha, também embriagado, o mata por não aceitar que a cerveja “A” é melhor que a “B” vai figurar na pesquisa realizada pelo Conselho Nacional do Ministério Público tendo como causa “briga”, “bebedeira”, “vias de fato” ou “desentendimento”. Levando-se à falsa conclusão que são pessoas comuns, sem histórico criminal, sem envolvimento com o ilícito e trabalhadoras, as responsáveis pelo quase (ou mais) de 60 mil assassinatos por ano. Nada mais mentiroso!
  • SEJA POBRE E NÃO REAJA (22/01/2016)
    Games, pobreza e reação da vítima são abordados e apontados como responsáveis pelo crime no Brasil, ao mesmo tempo em que o bandido é tratado como se fosse um ser autômato, desprovido de livre arbítrio, incapaz de fazer escolhas entre o certo e o errado. Em um discurso puramente rousseauniano e preconceituoso onde ora o pobre é um invejoso que não pode lidar com a “ostentação” dos mais abonados, ora é tratado de forma lombrosiana imputando-lhe a pecha de criminoso nato. Nada mais falso, mas se verdadeiro fosse, embasariam plenamente a ideia de que a punição não resolve, pois não se deve punir quem não é culpado.
  • Precisamos falar de violência (22/01/2016)
    Condenar a violência e imputar-lhe a culpa é inocentar o agente criminal, ou seja, o criminoso. É dar sustentação à trilogia esquerdista da (in)segurança pública onde a prisão não resolve, o criminoso é fruto da própria sociedade e o Estado deve ter o monopólio das armas. No final das contas é condenar socialmente o cidadão que compra uma arma de fogo para sua defesa apontando-lhe o dedo e gritando: você é violento e é tão culpado quanto o bandido!
  • Desconstruindo um artigo do Viva Rio (19/01/2016)
    A última vez que o Rangel aceitou debater comigo foi em 2005, no debate oficial do referendo transmitido pela TV Band. Sendo assim, vamos fazer um debate virtual usando como base o seu último artigo publicado na Gazeta do Povo. Lá vai!
  • Não, eu não sou candidato e explico o porquê. (28/12/2015)
    Faz tempos que eu estou para escrever sobre isso - já falei em algumas entrevistas e hangouts sobre o tema - mas sempre sou vencido pela preguiça e por assuntos mais urgentes. Recebi um telefonema hoje que me deu um empurrãozinho neste sentido, assim, guardarei com carinho esse texto, pois ele será útil muitas vezes. Vocês entenderão o motivo abaixo. Preparados? Vamos lá!
  • Se Trump é nazista, desarmamentistas são o que? (28/12/2015)
    Se o preconceito é um conceito elástico e pode ser seletivamente invocado por alguns para chamá-los de nazistas, não vejo o motivo de não usar a mesma lógica e afirmar: nazista é você, desarmamentista!
  • O que está acontecendo com a Assembleia Legislativa de São Paulo? (28/12/2015)
    Também foi a ALESP que aprovou essa semana o projeto do deputado estadual André do Prado que proíbe a venda de qualquer tipo de brinquedo que se assemelhe a QUALQUER tipo de arma. Destaquei o "qualquer" para lembrar que isso vale para brinquedos em forma de espada, arco e flecha, facas - pensei agora, será que aqueles conjuntinhos para brincar de casinha,com garfos e facas também entram nisso?
  • O massacre da credibilidade (04/12/2015)
    Em resumo, o Washington Post é fonte da imprensa brasileira e a fonte do Washington Post é uma ferramenta colaborativa com critérios para lá de suspeitos, onde há duplicidade de casos e até ocorrência envolvendo armas de pressão. O maior massacre é da credibilidade e a vítima é o leitor.
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