|
AUDIÊNCIA SOBRE PORTE DE ARMAS É DOMINADA POR POSICIONAMENTOS FAVORÁVEIS AO DIREITO DE DEFESA
 Da esquerda para direita: Bene Barbosa, presidente do MVB - Geraldo Magela, Presidente da União Nacional Nacional de Polícias Legislativas - Dep. Efraim Filho, presidente da Comissão de Segurança - Antônio Coelho, presidente do SINATRAN-PB - Fabrício Rebelo, diretor para CACs do MVB - Salesio Nuhs, diretor da ANIAM - Foto: assessoria de imprensa do Dep. Rogério Peninha Realizou-se nessa terça-feira (19), na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, audiência pública para a discussão de projetos de lei tendo por objetivo a ampliação das autorizações para porte de arma a algumas categorias, dentre as quais colecionadores e atiradores esportivos, agentes de trânsito, integrantes das polícias legislativas e servidores do Ministério Público Federal.
Idealizada como uma manobra para evitar a votação dos referidos projetos em sessão deliberativa, cuja aprovação era provável, a audiência acabou tendo o resultado oposto ao que se pretendia, com um amplo e incontestável domínio do posicionamento favorável à concessão do porte, seja nas exposições e debates, seja de parte dos Deputados ali presentes.
O Movimento Viva Brasil, inicialmente não convidado a participar no requerimento originário, acabou se fazendo presente de forma marcante, representado por seu presidente, Bene Barbosa, convidado a partir de requerimento do deputado Edio Lopes, e contando na composição da mesa com o diretor para CAC, Fabricio Rebelo, convidado pelo deputado Milton Monti, na condição de representante da categoria.
Foi uma audiência como não se havia ainda visto, com uma participação maciça de deputados, órgãos de imprensa e dos setores diretamente envolvidos, além de bom público expectador. E o que se viu foi uma verdadeira destruição da repetitiva e infundada tese do desarmamento, através de exposições firmes, contundentes e, sobretudo, técnicas dos defensores do acesso ao porte, aos quais se somaram o pronunciamento do representante da indústria de armas e munições e uma bela articulação de bastidores de atiradores e colecionadores ali presentes.
Aos desarmamentistas, restou lamentar a acachapante derrota e amargar ver como seus argumentos não são mais aceitos sem provas. Ficaram isolados, atônitos com os fatos que lhes eram jogados à frente e viram o rebate veemente de parlamentares à tentativa, certamente desesperada, de desqualificar o debate por parte do representante do Viva Rio, que os rotulou, em plena Câmara, de manipuladores atrás de votos. A resposta veio à altura.
Não fosse o suficiente, viram o representante do Ministério Público Federal criticar fortemente a postura do Ministério da Justiça pela insistência no desarmamento, com uma análise detalhada de dispositivos do atual estatuto do desarmamento e seu confronto com a realidade.
Os desarmamentistas ainda tiveram que amargar a ausência, até em aplausos, de qualquer apoio às suas manifestações em favor de restrições, provando que seus discursos emocionais, recheados de números fantasiosos e fatos inexistentes, não mais tem o poder de convencer ninguém.
Os principais vídeos dessa verdadeiramente histórica audiência pública estão disponíveis nos links a seguir e não é demais ressaltar a importância do agradecimento aos deputados que possibilitaram sua realização.

| E-mails dos deputados que nos apoiaram e merecem o nosso muito obrigado! Não deixe de escrever, é importante! |
|
|


- Crimes com armas de fogo nos Estados Unidos reduzem 49% (21/05/2013)
Para o especialista em segurança pública e presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, recorrer a restrições e ao desarmamento é fugir para o simplismo. ”Não podemos apelar para o confortável discurso que joga nas armas o poder sobrenatural de agir por conta própria. É preciso considerar a existência de pessoas más e insanas, capazes de matar cidadãos inocentes sem qualquer remorso ou arrependimento. Os loucos e criminosos ignoram a existência de leis restritivas”, afirma. - DESARMAMENT FAILED (19/05/2013)
Bene Barbosa, of Movimento Viva Brasil, criticizes the Disarmament Statute and blames impunity for the high levels of violence in Brazil
“Disarmament is a false promise“, says the Barbosa, a specialist in public security and President of Movimento Viva Brasil. - Movimento Viva Brasil se une à IAPCAR em esforço global (13/05/2013)
Julianne Versnel, co-fundadora da IAPCAR parabenizou o novo parceiro, o Movimento Viva Brasil, pelo trabalho empreendido e pelos resultados obtidos. “O histórico deles demonstra o comprometimento e a efetividade da sua atuação na defesa pelo direito dos Brasileiros à legítima defesa”. - O GLOBO ERROU: Aumento de registros não implica aumento na compra de armas. (13/05/2013)
Indagado sobre o que teria causado tamanho aumento no registro de armas, o pesquisador destaca como principal fator o recadastramento de 2009. “É preciso lembrar que, até 31 de dezembro de 2009, houve uma anistia para o registro de armas no país, o que gerou uma verdadeira explosão na quantidade de registros novos que, na verdade, não se referem a compras, mas apenas à regularização de armas que já existiam. Tanto assim que o maior aumento foi registrado nos anos de 2009 e 2010, quando foram processados os pedidos de registro apresentados com base na anistia. Os números desse período diferem completamente dos outros anos pesquisados, mostrando um verdadeiro pico", informa Rebelo. - O Movimento Viva Brasil é o mais novo membro da IAPCAR (10/05/2013)
O MVB passa a integrar a International Association for the Protection of Civilian Arms Rights – IAPCAR – após honroso convite feito pelo seu presidente Sr. Philip Watson da Second Amendment Foundation (SAF). As indicações ao MVB vieram através da Sra. Janalee Tobias da Women Against Gun Control e de outras associações internacionais.
- DESARMAMENTO: O POSTE QUE NEM LULA ELEGEU (08/05/2013)
Mesmo em frangalhos, já sobejamente rejeitado e de ineficácia comprovada, o poste do desarmamento foi carregado em frente pela atual presidente, em especial pelo obsessivo esforço de seu Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O resultado é a crescente rejeição à lei vigente, como estampa a enquete da Agência Câmara sobre sua revogação, na qual já mais de 50 mil manifestações foram registradas, com 95% delas favoráveis ao fim da política nacional de desarmamento. - NOTÍCIA ANTIGA: Promotor aconselha policial a melhorar mira para matar ladrão (02/05/2013)
"Bandido que dá tiro para matar tem que tomar tiro para morrer. Lamento, todavia, que tenha sido apenas um dos rapinantes enviado para o inferno. Fica aqui o conselho para Marcos Antônio: melhore sua mira..."
O texto é do promotor Rogério Leão Zagallo, do 5° Tribunal do Júri de São Paulo. - O GLOBO: A GRANDE VIÚVA DO DESARMAMENTO EM SUAS DEVOÇÕES (26/04/2013)
A grande viúva do desarmamento não aceita a derrota; não aceita que o desarmamento fracassou e os dados do “Mapa da Violência” – estudo feito pelo Instituto Sangari – provam isso. A grande viúva, após quase uma década apoiando a ideia de que a população fosse desarmada, segue não aceitando o fato de que, pela primeira vez na sua história, saiu fragorosamente derrotada da submissão de sua ideologia à consulta popular, o Referendo de 2005. Segue insistindo, temerariamente, em que o cidadão deva entregar sua vida e segurança nas mãos de um Estado completamente inepto em protegê-lo, como provam as notícias do mundo real que ela própria, em sua viuvez, é obrigada a estampar em suas páginas diárias. - DEPUTADO PETISTA IMPEDE VOTAÇÃO DE PORTE DE ARMAS PARA ATIRADORES (25/04/2013)
De forma antidemocrática e pouco republicana, o deputado Amauri Teixeira PT/BA impediu a votação e possível aprovação do PL 6.971/10 do Dep. Milton Monti que garante o porte de armas para Atiradores e Colecionadores. Na reunião de ontem (24) ele pediu verificação de quórum derrubando a sessão. Outros projetos relevantes também deixaram de ser votados. - Rastreamento de armas no Brasil - a grande falácia (25/04/2013)
"As armas que abastecem os criminosos um dia foram vendidas em lojas". É nessa afirmação que a retórica desarmamentista no Brasil tem um dos seus maiores pilares, tentando transferir ao cidadão que compra uma arma para se defender a responsabilidade pela ação armada de um criminoso, partindo da premissa de que aquela arma um dia será roubada ou furtada.
|