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GAYS PELO DIREITO DE DEFESA
EUA - 1987 Uma noite, no outono de 1987, em Little Rock, Arkansas, um rapaz chamado Austin Fulk estava muito próximo da morte. Ele tinha 17 anos, demasiado jovem para beber nos bares, por isso muitas vezes ele andava em um parque que era popular entre os adolescentes homossexuais. Nesta noite o céu estava nublado, o chão encharcado de chuva e o lugar quase deserto. Uma caminhonete se aproximou vagarosamente e começou a insultá-lo com palavrões e frases do tipo: “Sua bicha, pegue AIDS e morra!”. A caminhonete deu mais uma volta e parou a poucos metros dele. Saltaram quatro rapazes jovens armados com tacos de baseball e barras de ferro. "Eu pensei que estava prestes a morrer", diz Austin, mas ele está vivo, e isso é porque o seu companheiro chegou e puxou uma pistola debaixo do assento de seu caminhão, apontou para a direção dos rapazes e efetuou um único disparo por cima de suas cabeças. De repente, toda a coragem dos rapazes desapareceu, correram para a caminhonete e fugiram. Essa é apenas mais uma das histórias onde uma arma salvou a vida e impediu que crimes homofóbicos fossem cometidos. Austin Fulk vive hoje na Virginia (EUA). Ele é instrutor de tiro e possui porte de arma. Ele jamais precisou usar sua arma.
BRASIL – 2000 Edson tinha 35 anos e trabalhava como adestrador de cães. Na noite de sua morte, saiu de casa por volta de 20 horas. Às 23 e meia, ele telefonou para a família e avisou que dormiria fora. Edson estava com Dario Pereira Netto, de 34 anos. Eles haviam se conhecido dez dias antes e aquele era o segundo encontro dos dois. Quando cruzaram a Praça da República (centro de São Paulo), Edson e Dario chamaram a atenção dos Carecas: estavam de mãos dadas. Foi o bastante para despertar a fúria da gangue. "Percebemos que os Carecas marchavam ostensivamente em nossa direção", contou Dario à polícia. "Gritei para meu amigo: 'Corre' e levei um chute pelas costas." Ele não conseguiu escapar. Em aproximadamente trinta segundos, cercaram, espancaram e mataram Edson naquela madrugada de domingo. As causas do óbito: hemorragia interna e fraturas múltiplas. A violência do ataque foi tão grande que, ao vestir o filho para o sepultamento, João Gabriel Raulino ouviu e sentiu o estalar dos ossos quebrados. No Brasil, graças ao fracassado Estatuto do Desarmamento, praticamente nenhum cidadão tem o direito de portar uma arma de fogo para sua defesa. No final do ano passado recebemos um e-mail que nos chamou a atenção. Vindo do Blog Gays de Direita, defende veementemente o direito dos gays portarem armas para sua defesa. A íntegra do excelente texto encontra-se no link abaixo, as imagens são fortes, porém nos fazem ter a idéia clara da crueldade que qualquer brasileiro está sujeito. http://gaysdedireita.blogspot.com/2009/12/armas-de-fogo-e-o-direito-legitima.html Com isso, cai por terra o mais falso paradigma criando pelo lobby do desarmamento, onde aqueles que defendem a posse e o porte de armas são os “machões” (na pior concepção da palavra) que querem mostrar força. O que precisa ficar claro de uma vez por todas é que poder se defender é um direito de todo cidadão honesto, independente de raça, credo, sexo ou opção sexual. Aos amigos do blog: Sejam muito bem-vindos a luta!
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