
Desarme: ineficacia en números.
23/01/2012 /
Agência Viva Brasil
En medio al fracaso de la más reciente reedición de la campaña de desarme voluntario, reflejado en los insignificantes índices de adhesión de la sociedad, el Gobierno Federal (Brasilero) y las entidades no gubernamentales en ella involucradas intentan, a todo costo, realizar su “rescate”, aunque que para tanto se valgan de argumentos infundados y, más que eso, contradichos por los números por ellos propios adoptados oficialmente.
Para sensibilizar la sociedad y buscar un incremento a la adhesión a la campaña, los responsables por su conducción reiteran, sistemáticamente, el argumento de que tras las ediciones anteriores hubo reducción en los índices de homicidio en el país. Sin embargo, este es más un argumento falso en defensa de la tesis desarmista, incapaz de resistir a la más breve análisis comparativa de los datos oficiales.
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ALERJ Aprova Relatório da CPI das Armas
20/12/2011 /
Agência Viva Brasil
Rebelo contesta a motivação das propostas apresentadas: “A CPI, em seu relatório final, propõe proibir a recarga e inutilizar armas de colecionadores, medidas que, na prática, apenas inviabilizam todo o esporte do Tiro e a atividade de coleção, sem nenhuma justificativa, pois que nem mesmo a CPI encontrou um único caso de envolvimento de CAC com atividades criminosas. Além disso, chega a ser inacreditável que tais medidas tenham sido propostas sem que a CPI ouvisse um único representante dessa categoria”, é o que afirma, questionando: “Que tipo de investigação é esse em que só se ouve um lado?”
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Lançado na Câmara dos Deputados, gibi Turma Legal alerta para riscos de acidentes com crianças
09/12/2011 /
Agência Viva Brasil
Nesta terça-feira, 13 de dezembro, às 14 horas, na Câmara dos Deputados, em Brasília, será lançado o gibi Turma Legal elaborado pela Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam). O objetivo é prevenir os acidentes domésticos, ensinando às crianças medidas de segurança para a eventualidade de encontrarem armas em casa. “Esse projeto é de extrema importância e ganhou nossa simpatia e total apoio porque, efetivamente, contribuirá para evitar acidentes e salvar vidas”, afirma o presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa.
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ATENÇÃO! DESARMAMENTISTA FESTEJADO É PRESO POR VENDER ARMAS PARA TRAFICANTES!!!*
09/12/2011 /
Agência Viva Brasil
O problema é que, ironicamente, quem ali entregava o prêmio foi preso depois de ser flagrado em vídeo numa aparente negociação de um fuzil da família AK-47, pelo qual recebera o respectivo pagamento. Para a polícia, o vídeo torna inequívoco o fato, tal como noticiou a imprensa em geral.
Não é a primeira vez que o ex-líder comunitário é preso. Em 2005 também o foi, sob a acusação de associação ao tráfico, ocasião em que, sem estranheza nossa, recebeu apoio do presidente da ONG Viva Rio, inclusive em defesa marcada por tom contundente, verdadeiramente feroz. Mas isso é história passada…
Não é a primeira vez que o ex-líder comunitário é preso. Em 2005 também o foi, sob a acusação de associação ao tráfico, ocasião em que, sem estranheza nossa, recebeu apoio do presidente da ONG Viva Rio, inclusive em defesa marcada por tom contundente, verdadeiramente feroz. Mas isso é história passada…
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Gibi para evitar acidentes com armas será lançado na Câmara
02/12/2011 /
Agência Viva Brasil
No próximo dia 13 será lançado oficialmente o gibi informativo para evitar acidentes envolvendo crianças e armas de fogo. Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, apoiador oficial do projeto, participará da mesa de debates. Por se tratar de uma audiência pública todos que quiserem poderão participar. Veja aqui mais informações.
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Nota enviada para Band sobre as declarações falsas do Deputado Marcelo Freixo
16/11/2011 /
Agência Viva Brasil
A legislação sobre armas de fogo no Brasil é uma das mais rígidas do mundo, sendo, inclusive, constantemente invocada como exemplo restritivo. Desde o início da implantação das políticas nacionais de restrição às armas, a venda legal de armas de fogo e munições já caiu mais de 90%, número reconhecido até por entidades antiarmas . No entanto, essa redução não promoveu nenhum impacto nos índices de homicídio no país, que continuam crescendo. Fica claro, pois, que o abastecimento do crime não tem relação com o comércio legal, não o vê quem assim não deseja ou se mostra impedido por dogmas ideológicos.
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Deputado Dr. Rosinha responde críticas ao seu PL que proibe menores de 18 anos em Clubes de Tiro
16/11/2011 /
Agência Viva Brasil
Durante os últimos dias recebi inúmeras mensagens sobre o Projeto de Lei de minha autoria. Boa parte delas, com argumentos interessantes e consistentes, discordando da minha proposição. Outras mensagens, felizmente em menor número, nada continham além de agressões gratuitas e desqualificadas. Paciência!
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Jornal do Brasil - Deputado Rosinha? "Nem para síndico"
10/11/2011 /
JB Online
Desabafo de James Walter Lowry Neto, da Federação Paranaense de Tiro Esportivo, sobre o projeto do deputado Dr. Rosinha (PT-PR) proibindo menores nesse tipo de clubes:
“No que depender da federação, ele não se elegerá nem mesmo para síndico de prédio”.
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Artigo - Jornal de Brasília - Camaleões do Desarmamento
04/11/2011 /
Jornal de Brasília
E lá se vai mais uma cor… Mas eles não desistem e agora baseiam sua campanha de desarmamento, ou melhor, de convencimento, baseada em um argumento plenamente emocional: acidentes com crianças. Sobre isso já estamos, baseados em dados e pesquisa, demonstrando a incapacidade do desarmamento de impedir esses tristes (e isolados) episódios.
Fica a pergunta: Se desamamento não combate o crime, não diminuiu os homicídios, não desarma os criminosos e não garante que acidentes deixem de acontecer, qual será a próxima cor usada pelos camaleões do desarmamento? Que tal a verdade?
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Artigo: Impunidade gera violência
04/11/2011 /
O Globo
Arma não tem vontade própria, não dispara sozinha, nem é comprada legalmente numa loja por quem quer usá-la para fins criminosos. Na CPI das Armas da Assembleia Legislativa do Rio, da qual sou membro, vários foram os depoimentos de autoridades, reconhecendo a extrema facilidade de se adquirir armas e munição em países como Paraguai, Uruguai e Bolívia, e a enorme dificuldade de fiscalizar a entrada desse material pelas fronteiras terrestres, aéreas, pluviais e marítimas brasileiras.
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Índice  (pág 1/137)
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