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Movimento Viva Brasil lutará contra
tentativa do Ministério da Justiça de usar a Polícia Federal para
instituir o desarmamento compulsório no Brasil
Na semana passada o
Movimento Viva Brasil denunciou para a imprensa que o Ministério da Justiça
estaria utilizando a Polícia Federal para impor o desarmamento do cidadão
honesto, dificultando e até mesmo impedindo a compra de armas e o
recadastramento de armas já registradas utilizando-se de uma interpretação
ilegal da lei 10.826/03.
Ontem, dia 6 de junho, o chefe do Serviço
Nacional de Armas, delegado da Polícia Federal (PF) Douglas Saldanha, confirmou
a nossa denúncia em seminário realizado na Câmara. Vejam o trecho da notícia da
Agência Câmara:
“O delegado Douglas anunciou que a atual
campanha de desarmamento, iniciada em 6 de maio, já recolheu cerca de 5 mil
armas. E explicou que a PF, para autorizar a posse de arma, desenvolveu uma
interpretação rigorosa do conceito de “efetiva necessidade”. Por exemplo, são
negadas armas de cano longo para quem vive em cidade, nem é autorizado quem já
possuiu arma registrada. “Temos a preocupação de proteger a segurança
das pessoas”, disse.”
Sendo assim a partir de agora NINGUÉM mais tem o
direito de possuir uma arma legalmente para sua defesa e depende exclusivamente
da interpretação de um delegado da PF que pode ou não interpretar a lei em prol
ou contra o cidadão honesto.
O Movimento Viva Brasil
sabe que a maioria daqueles que formam a Polícia Federal não se deixarão usar
politicamente, sendo jogados contra a população honesta e cumpridora de seus
deveres, que a partir de agora se sentirá traída, mais uma vez, pelos seus
governantes.
No Rio de Janeiro a PF chegou a criar um
formulário padrão para negar TODOS os pedidos de compra de armas novas e
recadastramento de registros que estão vencendo, com base nos fictícios dados
de uma ONG desarmamentista, que foi inclusive proibida de participar do
referendo de 2005 por receber verba de governos estrangeiros.
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Para Francisco Garisto, ex-presidente da
Federação Nacional dos Policiais Federais - FENAPEF, a suspensão é
arbitrária e ilegal: “Os delegados que dirigem a PF deveriam cumprir a lei e
não interpretá-la como bem entenderem. Entendo isso como uma arbitrariedade e o
cidadão lesado em seu direito deve procurar a justiça”.
Para Garisto, esse tipo de atitude arbitrária só
ocorre porque ao longo dos anos a Polícia Federal foi transformada em um órgão
político diretamente vinculado ao Ministério da Justiça: “Os cargos são
indicados diretamente pelo Ministro da Justiça. A Polícia Federal hoje não tem
recurso nem para colocar gasolina nas viaturas. Está sem dinheiro para pagar
diárias para operações externas. Veja que não se escuta e nem se vê mais
operações de grande vulto acontecendo. A direção atual não reclama, tem medo de
perder o cargo que é de indicação do Ministro da Justiça.”
Sobre a eficácia das Campanhas de Desarmamento,
o ex-agente também é enfático: “Esse desarmamento que o governo inventou só
trás segurança pública para os bandidos. Qualquer cidadão de bem tem o direito
de proteger a sua família, sua propriedade e a sua própria vida. Armas legais
nunca foram e nunca serão problemas. Se assim fosse, as sociedades americana e
canadense já teriam acabado”.
O baixo índice de adesão popular à campanha de
desarmamento está fazendo o Ministério da Justiça adotar estratégias nada
ortodoxas para impor o desarmamento à sociedade, o que inclui uma determinação
à Polícia Federal para não conceder novos registros de arma de fogo, além de
dificultar e até impedir seu recadastramento obrigatório a cada três anos.
“Nas últimas semanas, temos recebido diversas
denúncias de que a Polícia Federal, seguindo uma determinação superior, está
indeferindo os pedidos de concessão de novos registros ou criando regras não
previstas em lei até mesmo para o cidadão que precisa obrigatoriamente
recadastrar suas arma a cada três anos”, afirma Bene Barbosa, presidente do
Movimento Viva Brasil.
Ainda segundo ele, o procedimento seria um
desrespeito aos direitos do cidadão, que rejeitou a proibição ao comércio de
armas no país: “estão ignorando o resultado do referendo de 2005 e impondo o
desarmamento ao povo, pois, na prática, negar autorização para o registro de
novas armas é impedir seu comércio”, garante.
Para o coordenador do Movimento Viva Brasil na
região Nordeste, Fabricio Rebelo, a suspensão dos registros no Maranhão é
injustificada. “A legislação atual garante ao cidadão o direito de comprar
armas para sua defesa e isso não pode ser impedido administrativamente. A
orientação da Superintendência Regional da Polícia Federal no Maranhão,
apontada pela DELEARM como justificativa para a negativa, não pode se sobrepor
ao que dispõe a lei”, aduz Rebelo.
O diretor jurídico da entidade, o advogado
Daniel Fazzolari, concorda com o ex-presidente da FENAPE e também recomenda a
quem enfrentar problemas na obtenção ou renovação de registro de arma de fogo
recorrer imediatamente ao Poder Judiciário. “O cidadão prejudicado poderá
valer-se de mandado de segurança para impor à Polícia Federal a análise do
pedido de registro e, no caso de renovação, deverá requerer um habeas corpus
preventivo, para que não sofra qualquer constrangimento enquanto esta não é concluída”,
é o que orienta Fazzolari.
O departamento jurídico do
Movimento Viva Brasil está questionando as ocorrências junto aos órgãos
competentes da Polícia Federal, mas ainda sem resposta.
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- Prefeitura de São Paulo insiste em apoiar o desarmamento do cidadão (16/05/2012)
O panfleto eletrônico é de uma conhecida ONG que vive à custa de verba pública e recursos estrangeiros, justamente o que a fez ser impedida de participar da campanha para o referendo de 2005. Seu teor é um capítulo à parte. Nele, os dizeres “arma não protege, mata”, rotulando indiretamente de assassinos todos aqueles que as portam. Seriam, então, para a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo assassinos todos os policiais civis, militares, guardas municipais, policiais federais, e todos os demais agentes de segurança pública e privada? Suas armas são, então, para matar, e não para proteger o cidadão? - FOJEBRA - Deputado quer revogar Estatuto do Desarmamento e garantir direito de defesa aos brasileiros (20/04/2012)
O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC) apresentou, nessa quinta-feira (19), projeto de lei que prevê regulamentar a aquisição e circulação de armas de fogo no país. O PL 3722/2012 revoga a lei atual, popularmente conhecida como “Estatuto do Desarmamento”. Extenso e cujos termos demonstram uma profunda análise técnica da matéria, o projeto estabelece uma nova sistemática regulatória para armas na sociedade brasileira, alinhada à realidade e, sobretudo, ao resultado do Referendo de 2005, quando 60 milhões de eleitores rejeitaram a ideia de se extinguir o comércio de armas e munições no Brasil. - PRODUTORES RURAIS PODERÃO PERDER O DIREITO DE DEFESA E SUAS TERRAS (29/03/2012)
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que põe diretamente em risco a defesa e a propriedade de imóveis rurais no país. Trata-se do PL 1557/07, em iminência de entrar em pauta de votação e que tem por objetivo regulamentar a expropriação de glebas onde houver milícias armadas, definidas na própria proposta como “toda associação, organização ou reunião de pessoas armadas, de qualquer forma, paramilitar ou não, inclusive oriunda de empresas de segurança, independente da finalidade ou objetivo”. - Jornal do Senado - Usar arma é um direito humano diz presidente do MVB (28/03/2012)
O porte de arma é um direito pátrio, natural, humano e individual para a legítima defesa. O argumento é de Bené Barbosa, presidente da organização não governamental Movimento Viva Brasil. Em sua opinião, não cabe ao Estado interferir e impedir que o cidadão use arma para se proteger. - Audiência Pública no Senado discutiu porte de armas - Participação MVB (23/03/2012)
O porte de arma é um direito pátrio, natural, humano e individual para a legítima defesa. O argumento é de Bené Barbosa, presidente da Organização não Governamental (ONG) Movimento Viva Brasil. Em sua opinião, não cabe ao Estado interferir e impedir que o cidadão use arma para se proteger. Ele afirmou que o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) é “um verdadeiro fracasso”, pois se mostrou ineficaz para os que descumprem a lei, uma vez que continuam a utilizar armas sem autorização e com a certeza de que o cidadão está desarmado. - Guarda Municipal Armada é Analisada por Especialista. (16/03/2012)
Para o pesquisador em segurança pública e coordenador na região Nordeste da ONG Movimento Viva Brasil, Fabricio Rebelo, a medida é essencial e sequer deveria ser questionada. “Com a dinâmica da violência urbana atual, não há como se pensar o funcionamento de forças ligadas à segurança pública sem lhes conceder os meios eficazes de atuação, dentre os quais a arma de fogo. Ainda que a função das guardas municipais esteja ligada diretamente à conservação do patrimônio público, não há como se afastar essa função do sistema macro da segurança da cidade”, afirma. - Dilma engaveta plano nacional de UPPs (14/03/2012)
No país do desarmamento do cidadão honesto, Governo Federal, continua cortando verbas para o combate ao crime. Enquanto isso o cidadão honesto desarmando fica refém dos criminosos cada vez mais armados e impunes. - Revista Vogue Kids: armas de brinquedo - Por que proibir não é a melhor solução (14/03/2012)
Tiroteio Educacional - Na era do politicamente correto, armas, espadas e estilingues foram postos na berlinda. Deixar ou não seu filho ter esses brinquedos, eia a questão. - Padre que se posicionou contra o desarmamento é perseguido (14/03/2012)
No dia 27 de fevereiro de 2012, parte do clero e dos religiosos da Arquidiocese de Cuiabá (27 ao todo) emitiram uma "Carta Aberta" na qual se opõem – por motivos obscuros - ao reconhecido e sério trabalho evangelizador do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, e o caluniam de forma assustadora, chamando-o de "um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado" e que "não tem saúde mental" (sic), entre outras aberrações. - Parlamento acaba com registro de armas longas no Canadá (14/03/2012)
No último dia 15 de fevereiro, o Parlamento canadense aprovou, com o voto de todos os deputados conservadores e com apoio de muitos deputados de esquerda, o fim da exigência de registro para armas longas. A lei segue agora para o Senado, onde a previsão é de que seja aprovada sem maiores surpresas.
A exigência vigorava desde 1998 e consumiu a exorbitante soma de 2,7 bilhões de dólares para criação e execução do programa nacional de registro de armas longas. Coincidência ou não, sua instituição ocorreu um ano após o desarmamento ser “importado” também para o Brasil, pelas mãos do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que culminou na aprovação do malfadado Estatuto do Desarmamento, em 2003, já pelo então presidente Lula. Porém, após 13 anos de vigência do programa, os canadenses não resolveram um só caso de homicídio graças ao registro obrigatório, consolidando seu fracasso.
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